Aparece Cristo, trás o leite, mel e um sorriso que diz paz, abraça Maria com ternura e beija-lhe a face, pergunta-lhe acerca do seu conforto e sentam-se os dois no castanhal, ela tem amoras silvestres, figos e pão, ambos alimentam os seus corpos. Setembro chega vagaroso, com ele os dias mais amenos e o brama dos veados. Por estes tempos Cristo encontra o moleiro, este conta-lhe as novidades da aldeia e as curiosidades daquela gente exótica. É difícil chegar lá, mas os poucos que lá chegam do exterior são deveras peculiares, carregando uma aura de misticismo fazendo daquela aldeia um sítio de encontros, porto de chegada e de alucinação.
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