Sonhando as realidades paralelas na própria vida, reflexo das vivências, retratos singulares como páginas dos livros esquecidos e de memórias idas nos confins infinitos da consciência universal.
Maria, uma simples mulher, sabedoria na ponta da unha, por pouco não descobriu que eu escrevia sobre ela, é que ela mesmo imaginada adquiria vida própria e consegue, através do amor que eu imprimo ao escrever estas páginas, consegue mover-se por conta própria, algo que me fascina nela é a sua capacidade de olhar ou de ver sem usar os olhos e o seu principal aroma é a fruta temporã que colhe para seu regaço com a felicidade divina de um ser humano.
Amanhece, um amanhecer fresco de verão, prelúdio de um dia quente e completo, é daqueles dias que entendemos que estamos vivos e no nosso intimo agradecemos essa oportunidade. Maria acorda devagar, abre a janela, olha o rio que passa vagaroso e calmo, saboreando todas as curvas serpenteantes do seu leito e afagando as margens da terra refrescada pela madrugada. Maria ouve a manhã, como se de uma sinfonia paradisíaca composta por anjos se tratasse, são os pássaros de espécimes diversas que dão os acordes principais, deliciada enche os pulmões de ar e abre os braços como que abraçando a luz e diz: - Amo-te! Sim, ela ama, ama a vida e alegra-se na simplicidade colorida de uma flor ou no pousar de uma borboleta, no labor de uma abelha ou no teu olhar terno quando partilhas um beijo.
Maria, uma simples mulher, sabedoria na ponta da unha, por pouco não descobriu que eu escrevia sobre ela, é que ela mesmo imaginada adquiria vida própria e consegue, através do amor que eu imprimo ao escrever estas páginas, consegue mover-se por conta própria, algo que me fascina nela é a sua capacidade de olhar ou de ver sem usar os olhos e o seu principal aroma é a fruta temporã que colhe para seu regaço com a felicidade divina de um ser humano.
Amanhece, um amanhecer fresco de verão, prelúdio de um dia quente e completo, é daqueles dias que entendemos que estamos vivos e no nosso intimo agradecemos essa oportunidade. Maria acorda devagar, abre a janela, olha o rio que passa vagaroso e calmo, saboreando todas as curvas serpenteantes do seu leito e afagando as margens da terra refrescada pela madrugada. Maria ouve a manhã, como se de uma sinfonia paradisíaca composta por anjos se tratasse, são os pássaros de espécimes diversas que dão os acordes principais, deliciada enche os pulmões de ar e abre os braços como que abraçando a luz e diz: - Amo-te! Sim, ela ama, ama a vida e alegra-se na simplicidade colorida de uma flor ou no pousar de uma borboleta, no labor de uma abelha ou no teu olhar terno quando partilhas um beijo.

Sem comentários:
Enviar um comentário